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sábado, 21 de outubro de 2023
Propaganda da semana: Linha Charger (1973)
sábado, 12 de março de 2022
O recall dos Dodge nacionais (1971)
O artigo 10, parágrafo primeiro, do Código de Defesa do Consumidor - Lei n. 8.078/1990 - é bastante claro ao indicar que "o fornecedor de produtos e serviços que, posteriormente à sua introdução no mercado de consumo, tiver conhecimento da periculosidade que apresentem, deverá comunicar o fato imediatamente às autoridades competentes e aos consumidores, mediante anúncios publicitários".
Opa, mas isso não é um blog de carros antigos? Sim, sempre foi e continuará a ser. Ah, então o tiozinho que escreve se embaralhou na hora de fazer postagem e copiou algo do juridiquês para colocar no blog, né?
Não, garanto que não. Foi de caso pensado! Falo aqui de tal tema (ainda que bem superficialmente) para gente lembrar que em uma atividade industrial como a automobilística - que, em uma visão muito simples, é responsável por agregar um bom número de peças (geralmente feitas por terceiros) para compor o produto final, o automotor - os riscos não são exatamente impossíveis, e não é raro que alguém seja chamado pela fábrica para reparar, gratuitamente, uma peça ou sistema que apresentou defeito.
Tanto é assim que isso aconteceu muito antes da gente se acostumar ao termo recall (e mesmo antes de o Código de Defesa do Consumidor ter sido sancionado), à exemplo do que vemos na seguinte notícia, veiculada no extinto jornal O Estado, de 20-3-1971:
Notem, ainda, que não se usou o termo recall e nem houve uma convocação tão ampla (tal como a Chevrolet quase implorando para que os proprietários fossem às concessionárias resolver o problema do sistema de air bag potencialmente perigoso), mas eram outros tempos... De todo modo, se você por acaso tiver um Dodge Dart 1969/1971 e as rodas originais do bicho não estiverem com seus furos lá muito concêntricos, ainda há tempo de comparecer a um concessionário para um exame técnico...
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
Quais foram as novidades da linha Dodge 1972?
| Pequeno anúncio de usados publicado em alguma edição do Jornal O Estado de 1971 |
| Alguns detalhes de um caprichado folheto em cores produzido pela Chrysler em 1972 (caso você tenha divulgado esta imagem, avise-me e dar-te-ei os créditos, ok?) |
| Imagem da avaliação do Dodge SE publicada na edição n. 93 da Auto Esporte. |
terça-feira, 16 de novembro de 2021
O que vai acontecer com esses carros e caminhões? (1979)
A aquisição de uma fábrica por outra não é algo incomum, sobretudo no ramo automotivo. A Chrysler se instalou no Brasil por meio da compra da Simca do Brasil em 1967, aproveitou suas instalações fabris (e mesmo o seu produto mais novo, o Esplanada por dois anos) para lançar, em 1969, o Dodge Dart. E antes do automóvel, uma linha de utilitários.
Como aconteceu com a própria Simca (e com a Vemag do Brasil, por exemplo), os produtos da fábrica incorporada somem para dar lugar aos lançamentos da adquirente (Willys que o diga...), então era muito natural pensar que a Volkswagenwerk, ao completar a aquisição de todas as ações da Chrysler do Brasil, extinguiria os veículos da fábrica americana, cenário este que a seguinte peça publicitária, cortesia do excelente blog Memórias Oswaldo Hernandez nos trouxe, tentou afastar:
Na imagem, para a linha 1979, temos um Dodge P 700 A azul pavão (ao menos parece), um D 970 vermelho riviera (sim, cor de 1977, mas é bem parecida com a do anúncio), um P 900A amarelo álamo, um P 400 verde tivoli, um Charger R/T azul cadete e azul estelar, um Magnum vermelho alcazar, um Polara branco ártico, um Le Baron castanho camurça e um Dart cupê marrom sumatra. Aliás, a linha 1979 trouxe a novidade de uma nova frente, executada em fibra de vidro, com novo desenho (as traseiras também receberam atualização, é bom lembrar).
Mas a gente sabe que o anúncio não garantiu em momento nenhum que a vida dos Chrysler nacionais seria longa: por ter adquirido a firma com o objeto de aproveitar o know-how da fabricação de caminhoes, a Volkswagem não se esforçou muito em mantê-los em linha, tanto que todos automóveis forma extintos em 1981. Aquele foi o fim de uma era...
sábado, 26 de junho de 2021
Charger R/T contra Opala SS6: um tira-teima daqueles (1979)
O universo automotivo é dos mais amplos e dentre a imensidão de marcas, modelos e versões se formam grupos de entusiastas, geralmente entusiasmados nas qualidades do carro preferido - e com aquela provocação dos concorrentes com bom humor e uma pitada de rivalidade, mais ou menos como entre as torcidas de futebol.
Os que me distinguem com a leitura constante deste espaço (e muito agradeço o esforço em ler as minhas ideias nem sempre boas e concatenadas) sabem que gosto da Chrsyler e dos modelos que a fábrica americana lançou em nosso pais, mas isto não impede de admirar outras marcas e muitos outros veículos. Por isso um comparativo entre o Opala SS6 e o Charger R/T não tem uma vitória esmagadora, tampouco óbvia do meu favorito, pois, ao meu ver, ambos, cada qual do seu jeito, atenderam o público que desejava algo mais esportivo no já distante ano de 1979.
Por isso, prefiro deixar que o excelente Paulo Celso Facin nos conte como foi comparar os esportivos (o Opala verde olinda metálico e o Charger bege cashemere e marrom sumatra), como, aliás, ele fez para a edição n. 177 da revista Auto Esporte (edição de agosto de 1979), cuja íntegra tenho prazer de apresentar a todos:
sábado, 16 de janeiro de 2021
Linha Chrysler 1974
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Propaganda da semana: Charger R/T 1977
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| Um belo Charger R/T 1977 vermelho riviera (NE4); abaixo, um Dodge Gran Sedan castanho Araguaia (MY6) e um Dart Cupê bege indiano (NT2) |
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| O belo R/T, em teste gentilmente divulgado pelo blog 4Rturbo. |
sábado, 14 de junho de 2014
Propaganda da Semana - Dodge Charger R/T (1974)
domingo, 24 de outubro de 2010
Road and Track
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| GTX: o mais esportivo dos Esplanada (Foto: carroantigo. com) |
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| O Dart (aqui um exemplar de 1969) anda muito bem, mas não tinha "aquele" apelo esportivo dos GTX. (Foto: carroantigo. com) |
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| O LS, mesmo um pouco menos potente que o R/T, andava muito bem! (Foto: Roger Bester/ QR nº125- 12/1970) |
"O Charger R/T aproxima-se do trecho onde será submetido ao teste de velocidade. Preparamos o cronômetro e aceleramos fundo: um suave ruido filtra-se pelas janelas fechadas e a frente do carro se empina. Seus 215 cavalos de fôrça começam a trabalhar, o ponteiro do velocímetro avança e o conta-giros indica 5300 rpm, ponto máximo de equilíbrio. A estrada dá a impressão de que se torna mais estreita à frente do carro (...)Em poucos segundos o trecho de aferição é coberto. O carro pára no acostamento. Os cronômetros são consultados. Êles mostram que o Charger R/T, o mais nôvo, carro da Chrysler do Brasil, acabou de marcar 191,489 km/h reais, tornando-se o mais veloz carro de série do Brasil" (Trecho do teste do R/T 1971, escrito por Expedito Marazzi e publicado na QR nº 125, de 12/70)
Charger R/T: um puro sangue nacional (Foto: Roger Bester/QR)























