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domingo, 21 de agosto de 2022
Avaliação da semana: Fiat 147 GL turbo (1979)
sábado, 30 de abril de 2022
Curso Ford de Automobilismo (1968): Última Parte
Semana passada lemos sobre os princípios que devem ser considerados em um automóvel (e muitos deles a gente até recorda das aulas de Física, bons tempos de colégio...); hoje o material preparado pelo grande Expedito Marazzi se torna mais denso e mais interessante ainda, inclusive com o emprego de diversas fórmulas matemáticas para ajudar a tomar curvas de modo mais ágil dentro das pistas e aperfeiçoar, mais ainda, a condução fora delas.
Publicadas nas edições de março e abril de 1968 da Auto Esporte, as duas últimas partes restantes do Curso Ford trazem boas informações ao entusiasta que sempre se perguntou daquelas palavras difíceis e conceitos vagos mas não sabia bem onde achar uma fonte fiável para explicar:
Rever este material pra mim é uma provocação, isso no melhor dos sentidos. Tenho habilitação há sete anos e estou longe do ideal na condução dos automotores; é um desafio constante manter a calma e a serenidade num trânsito tão terrível e povoado por inábeis e preguiçosos motoristas - perdi as contas de quantas vezes me irritei no trânsito da cidade, na estrada foram bem menos oportunidades - e se manter calmo sem se exasperar com a falta de fluidez. Não é fácil.
sábado, 23 de abril de 2022
Curso Ford de Automobilismo (1968) : Primeira Parte
terça-feira, 15 de outubro de 2019
Audi Quattro rali (1982)
Ao ler a reportagem pela enésima vez, veio-me a lembrança daquela música do Lilico: "que tempo bom / não volta mais / saudades de outros tempos iguais".
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Antigos Nacionais - História do Chevette (1973)
As informações sobre automóveis nem sempre são tão fáceis de achar. São poucos lugares que oferecem informações precisas sobre os modelos nacionais, de modo que resolvi publicar neste espaço os resultados de minhas pequenas pesquisas sobre os automóveis nacionais, com informações coletadas por mim ao longo dos anos.
Não tenho o objetivo de escrever obras definitivas sobre os modelos - me falta vocação para tal empreitada; a proposta do blog é oferecer informações, por meio em textos curtos e objetivos, sempre aprendendo mais do que repassando conhecimento. Em quase vinte anos de estudos automotivos, aprendi cedo que sempre tem algo para se aprender. Sempre.
Com estas premissas em mente, decidi começar pelo Chevette, um carro que vendeu bem em sua época- e que até hoje conta com um grande contingente de admiradores, inclusive este que vos escreve, que sofre com saudade de um Chevette DL 1992 cinza austin... Corrijam-me se estiver errado, mas a história do Chevette, de 1973 até 1993, foi assim:
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| O Fusca 1300 era o carro mais barato daquela época - e seu grande trunfo, além do preço, era a resistência. (Foto: carroantigo.com) |
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| O excelente Corcel 1973 estava na mesma faixa de preço do Chevette. (foto: Blog Antigos Verde e Amarelo). |
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| Não era apenas mais um carrinho... (Reprodução do anúncio veiculado na Quatro Rodas de Maio de 1973) |
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| Eis o Chevette: o primeiro carro pequeno da GM. Foto: QR |
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| Fotos: Fernando Abrunhosa/Quatro-Rodas de Maio de 1973 |
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| O painel do Chevette era simples, embora coerente com seu preço (foto, de um painel de 1974, do blog Guscar). |
Mas a simplicidade não atrapalhava para posição de dirigir. O posto de comando se tornava interessantíssimo em razão da proximidade da alavanca de câmbio - como num Alfa Romeo. A relação de desmultiplicação da direção era baixa, deixando as reações do volante bem espertas, tornando a tarefa de guiar o Chevette bem interessante. Alguns apontam o fato de que a coluna de direção do Chevette parece um tanto torta: modestamente não vejo problemas nisso, trata-se de uma característica facilmente adaptável. E até curiosa.
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| (Foto Fernando Abrunhosa/QR). |
O câmbio era de quatro velocidades, agradavelmente curto. E como já se comentou, a tração era traseira. A suspensão dianteira era independente, já a traseira era o eixo rígido com a barra Panhard, um tanto quanto dura, mas nada demais. Os freios a disco na frente eram opcionais.
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| (Foto Fernando Abrunhosa/QR). |
O eterno chacoalhar da gasolina dentro do tanque é uma característica jamais resolvida pela fábrica, e que se tornava mais audível principalmente com 1/4, ou menos, de tanque. Porém, a segurança era quase absoluta: o tanque não poderia ser furado por uma pedra e dificilmente seria atingido numa batida forte. Como disse acima, nem tudo é perfeito...
Postagem atualizada em 27/06/2018.
terça-feira, 8 de março de 2011
Foto da Semana
| Ford Galaxie 1966/67 (Foto: Jean Solari-QR 12/1966) |
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