terça-feira, 8 de março de 2011

Foto da Semana

Ford Galaxie 1966/67 (Foto: Jean Solari-QR 12/1966)
Em outras postagens eu já me referi ao confortável Galaxie. Não creio que outro adjetivo seja melhor empregado ao se definir o sedan da Ford do que confortável.

Tive a oportunidade de andar num destes (um  LTD 1977), e afirmo que até hoje eu não conheci carro mais confortável que ele... O conforto e o silêncio interno do bicho me deixaram sérias saudades...

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Vídeo da Semana


Um vídeo pra lembrar da nossa saudosa Gurgel. Ah, como seria bom ver uma empresa automotiva 100% brasileira fazendo sucesso por aí...

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A crise e os Dodges

Hoje vamos falar de algo inevitável para todos: a morte. Afinal, é verdade que todos um dia se vão... E com os automóveis a coisa não é lá muito diferente. Nossos amados Dodges morreram em 1981, há quase três décadas. Antes que alguém me pergunte se foi de morte morrida ou matada, já adianto: foi um pouco de cada, como já bem sabemos. E não foi à toa que os ferros-velhos ficaram abarrotados com os carrões daqueles tempos, inclusive os nossos amados e idolatrados Dodges...

Tudo começou a acabar (?!) em 1973. Estava tudo tão lindo, tão mágico e perfeito no mundo automotivo. A gasolina era farta, e era despejada nos tanques dos carros a preço módico. Mas...

Nos EUA a situação também foi dificil, tanto que não foram raros os períodos de desabastecimento. (foto: vivercidades.org.br)
A tão comentada crise do petróleo foi desencadeada por um aumento repentino- e expressivo- do preço do óleo. Imagine-se nesta cena: você, dono de um carro que percorre poucos quilômetros com 1000 ml de gasolina, chega ao posto e vê que o preço quadruplicou em um curto espaço de tempo. 

O paroxismo do problema chegou em 1977: já pensou chegar ao seu posto de confiança  pagar Cr$ 7,00 (R$ 5,78) por um mísero litro de gasosa? Este era o preço (devidamente corrigido) da gasolina em 02/1977:
 
A economia era a principal preocupação daquela época: afinal, descobriu-se que o petróleo não era infinito (foto: reprodução da capa da Quatro-Rodas nº. 199, de Fevereiro de 1977)
Façamos as contas: para encher um tanque de 62 litros do Dart era necessário pagar Cr$ 434,00 (R$ 358,36). Considerando uma média global otimista de seis quilômetros por litro, percorriam-se 372 km com este valor. (Hoje, se eu abastecesse num posto concorrido que tem por minhas bandas, o tanque de 62l do Dart me custaria algo em torno dos 149 mangos...).

Aí o fenômeno da desvalorização foi inevitável, e os preços não demoraram muito pra despencar... Um Dart 1970 novo custava NCr$ 25.338,00 (R$ 105.299,19 corrigidos pelo IGP-DI da FGV). Dez anos depois o Dodge 1970 usado custava menos de Cr$ 23.000,00 (surreais R$ 5.689,10 corrigidos pelo IGP-DI da FGV). Em termos mais diretos: o carro teve seu preço quase VINTE vezes menos do que valia enquanto novo...

Se servir de alento ao leitor indignado, lá vai: a desvalorização atacou todos os carros full size de nosso mercado, quer seja novos ou usados. Nacionais ou estrangeiros. Qualquer carro que fazia menos do que 6 ou 7 km/l era tachado de beberrão, tornando-se obsoleto, até ultrapassado.

Já os pequenos eram valorizados (ou menos desvalorizados, dependendo do ponto de vista): um Volkswagen Sedan 1300 1970 custava Okm NCr$ 12.671,00 (R$ 44.491,16 ). Dez anos depois o mesmo Fusca 1970 custava aproximadamente Cr$ 40.000,00 (quase R$ 10.000,00). Descontando “os quase”, o Dart 1970 custava a metade do que valia um Fusca...

Os tempos eram outros: em 1980, um Fiat 147 standart zero custava Cr$ 140 mil (R$ 34.629,32) - um pouco mais do que valia um R/T de 1977! Golpe de misericória: um R/T 1971, da primeira leva, custava menos de CR$ 40.000,00 (quase R$ 10.000,00). Tempos difíceis.

A Dodge não ficou inerte perante o mercado, e passou a se preocupar com a economia. Com a linha ’76, a Dodge matou vários modelos que não vendiam tanto (como, por exemplo, o Dodge SE e o Dodge Gran Cupê). Sem falar no fuel pacer system, inovação de 1974:

Economia à vista: sinal dos tempos... (foto: reprodução anúncio Chrysler do Brasil- dodgenews.com.br)
O tal do pacer system não era exatamente um economizador, mas um mecanismo que apontava os excessos que o pé direito impunha ao pedal do acelerador. Era como aquele amigo chato que adora dar sermão sobre as calorias enquanto nos servimos exageradamente numa churrascaria rodízio, traquitana com função de dedo duro, como se disesse "se fizer menos de cinco com um litro não diga que não avisei..."

Em 1977 a Chrysler tratou de deixar o Charger R/T menos exigente na escolha do combustível:  o fabuloso 318PS, o V8 do bicho, passou a se alimentar com gasolina comum ao invés da cara - e demasiado escassa - gasolina azul. No ano de 1979 vieram as tão famosas alterações de estilo, que deram uma renovada na linha, além de um detalhe interessante: os tanques passaram a ser de 107 litros, algo muito desejável numa época em que os postos fechavam nos finais de semana. Sim, os postos fechavam nos finais de semana...

Mesmo com as alterações, os Dodges foram lentamente mortos pela VW. Para bem da verdade, as vendas estavam ruins, números magros que não estimulavam muito - a VW queria mesmo era fazer caminhões, como sabemos.

Mas, também é verdade, os carros da Chrysler mereciam um final mais digno... Os últimos eram “marcados” com o sinete da VW Caminhões ao invés do pentastar. Em 1981 usaram os revestimentos da linha Volks- e as cores também. Tempos difíceis...

Como era barato ter Dart naquela época (foto: Heitor Hui/QR)
Nosso mestre Expedito Marazzi escreveu, lá em setembro de 1980, uma reportagem sobre os carrões sem valor; e o Dart Cupê 1972 (com frente do modelo 1975) estampou a reportagem. O dono ofereceu o Dart por simbólicos Cr$ 15 mil (R$ 2.277,92) e disse que pagou módicos seis mil cruzeiros (R$ 987,10!) pelo carro. Outro anúncio, que transcrevo abaixo, é triste, mas não menos interessante:
“Vende-se por CR$ 38.000,00 (R$ 5.770,73) um equipamento de som da marca Bosch em perfeito estado de conservação. Acompanha um Dodge Dart branco, ano 1974, com motor e pintura em bom estado”
Foto: Heitor Hui/QR
Pelo que se vê, nossos Dodges morreram sem muita pompa, não eram heróis naquela época de petróleo caro... E sabe como é, meus amigos: a desvalorização foi muito cruel com o preço do carro inteiro, mas não com as peças de reposição. Muitas vezes o preço dos equipamentos (rodas de liga, equipamento de som, ar-condicionado) valiam mais que o carro!

Logo, era economicamente mais vantajoso desmontar um Dodge e vendê-lo aos milhões de pedacinhos do que fazer um reparo mecânico. Apesar de contar com uma mecânica forte, qualquer motor precisa de manutenção. E as autopeças na década de 80 não eram nada baratas - outro fator que pesava muito àquela época.

Tal situação demorou muito para acabar. Hoje um Dodge é perfeitamente colecionável, e valem todos os esforços para trazer um bom Charger R/T ao estado de zero-quilômetro, no tempo em que a gasolina era farta - e a diversão também.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Foto da Semana

Note o único limpador de parabrisa: será que esqueceram de instalá-lo?
O Opala foi lançado em 1968, com duas versões de motor: a seis cilindros 3800 e a quatro cilindros 2500. Bastante moderno para época, o Opala foi o primeiro carro que a Chevrolet construiu no Brasil. A foto, de Oswaldo Maricato, é fantástica. O Opala 2500 1969 também.

sábado, 8 de janeiro de 2011

19º Encontro Sul-Brasileiro de Veículos Antigos (Parte VII)


O interior não é muito espaçoso, mas é bem acabado.

Se eu fosse motorista na década de 1950, e tivesse dinheiro, compraria uma dessas. De preferência uma vermelha, como a que foi testada em 1961 pela QR. Como eu não tenho grana nem pra um Volkswagen Sedan em péssimo estado, que dirá pra um Simca, sonhar não custa.

Sonhos à parte, esta linda Chambord 1963 está impecável. Suas formas enxutas e clássicas, o interior bastante caprichado chamam a atenção de qualquer antigomobilista. E as três andorinhas, postas pela fábrica pra lembrar que o câmbio tem as 3 marchas sincronizadas, estão lá. Impecáveis.


De 1966, este outro Chambord chama a atenção. E seu coração bate mais forte que o Aquilon V8 dos anos anteriores: um saudável V8 Emi-Sul equipa esta unidade. O logotipo 1/2 preto, 1/2 dourado entrega a nova motorização.


A Volkswagen estava muito bem representada; a marca era onipresente no evento. Pra começarmos a mostrar os destaques, apresento-lhes esta Kombi 1970. A ausência de cromados e a pintura simples (o modelo de luxo tinha duas cores) denunciam de que se trata do modelo standard. Raro exemplo de automóvel que aparece neste blog e ainda está em linha! É o modelo nacional que mais tempo é produzido, e o único modelo que a VW não encerrou a produção.


Um raro Karmann Ghia conversível também esteve presente. De 1969, esta unidade tem uma combinação bastante interessante de cores: preto e bege. Modelo raro, teve aproximadamente 176 unidades produzidas de 1968 a 1971.



Esta Variant 1970, exposta bem na entrada do Evento, chamava a atenção por suas chapas amarelas (postas sobre as atuais cinza, como se pode notar), mas, certamente sua originalidade e sua conservação encantaram os visitantes. O interior está impecável, e os cintos de segurança pélvicos ainda possuem a etiqueta "VW" original. Carro que encantou a todos.

Os SP-2 também marcaram presença no evento

Tive de sentar no chão para fazer esta foto: o SP-2 é incrivelmente baixo para nossos padrões atuais
De perfil se vê que o SP-2 é baixo: 115,8 cm
Os SP-2, produzidos entre 1972 e 1976, são figurinahs carimbadas em qualquer evento automotivo. O motor 1700 não tão esportivo quanto as linhas do desenho. Num mundo onde o desing fica cada vez mais parecido (com plágio, inclusive) e previsível, os SP-2 se destacam.


Note a plaqueta do Concessionário VW Koesa Veículos, que já não existe mais...


A Variant II, lançada em 1978, não foi um sucesso. Talvez o apelido "brasilhão" explique um pouco o insucesso: ela era muito parecida com o Brasília, que, por sinal, era um enorme sucesso de vendas na época. Os problemas de estabilidade por conta da suspensão dianteira ajudaram a acabar com a imagem da Variant II. Ironias à parte, saiu de linha em 1982. Ao mesmo tempo que o Brasília, grande sucesso da VW.

Se Brasília de chapa preta já é rara, imagine uma quatro-portas chapa-preta!
Sim, em 1982 aconteceram duas coisas imprevisíveis: o Brasil não levou a Copa do Mundo de Futebol e a VW matou o Brasília. Como se disse na época: "Mataram o carro errado!". De projeto mais moderno que o Fusca, teve sua fabricação iniciada em 1973.

Em 1978 surgiu a versão cinco portas (não gosto muito do termo, pois normalmente não se entra no carro pelo porta-malas...). E é de 1980 o exemplar exibido acima. Num impecável estado de conservação, chamou muito a atenção dos visitantes. Aliás, não é todo dia em que se vê um Brasília neste estado de conservação.

Passat LS 1979
TL 1972
Como a placa decorativa já indica, é um Karmann Ghia 1968



Aero-Willys em quatro tomadas: carro clássico!
Este Aero-Willys 1968 é deslumbrante. É um dos destaques do evento! Superconservado, pude vê-lo rodando pelo evento. E está impecável.


Ponto de vista do fotógrafo, a 1,80 do solo. Notem como o Interlagos é baixo, se comparado ao Charger R/T
Para fechar com chave de ouro, posto este maravilhoso Interlagos Berlineta. Primeiro esportivo nacional,  era feito em fibra de vidro e contava com três tipos de motores (32, 56 e 70 cv). Raro, cerca de 822 unidades foram produzidas entre 1961-1966. Não é todo dia em que se vê um desses...

Com esta postagem, finalizo a cobertura do 19º Encontro Sul-Brasileiro de Veículos Antigos. E mal posso esperar pelo próximo encontro...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

19º Encontro Sul-Brasileiro de Veículos Antigos (Parte VI)



Comentário de um visitante: "- Nossa, que baita motor!" É verdade...
Nem só de automóveis vive o homem.Também precisamos de ônibus, é verdade. Como estou órfão de automóvel, o ônibus é meu meio de transporte. Mas este GMC PD 1404 é mais que um ônibus qualquer, é um clássico.

Aos apreciadores de plantão: trata-se de um Morubixaba (quem sabe este carro já foi da Viação Cometa?), apelido dado pela empresa aos modernos ônibus PD-4104 que faziam as linhas da Cometa, notadamente a clássica Rio-São Paulo. Devia ser sensacional viajar nestas máquinas prateadas, rasgando as curvas com muita classe- e conforto. Diferentemente dos ônibus de Floripa, esta máquina já dispunha de um eficiente sistema de ar-condicionado. E toilette a bordo, para os trajetos mais longos.

Hoje este morubixaba não trabalha mais em nenhuma empresa. Foi transformado em um confortável motor-home. E que senhor motor: um dois-tempos de 211 cv. A potência não é nada lá muito elevada, mas o ronco... Nem mesmo os clássicos B-76/B-110 da Scania roncam tão bem assim.

Sete galo: a melhor Honda de todas!
Continuando a série "isso-não-tem-nada-a-ver-com-carros", faço uma concessão às motos. Ou a moto. Nada contra os amigos motociclistas, ou as belas motos, mas não sou fã dos motociclos. Nada pessoal com as motos, é questão de gosto mesmo.

Porém, quem não se rende aos encantos de uma CB 750 novinha em folha? (os amigos motociclistas que me digam ao certo, mas chutaria que esta Honda é de 1973/74.) Este escapamento 4x1, o estilo naked (desprovido daqueas carenagens, que em muitos casos parecem inspiradas nas motos dos Power Rangers...), o enorme freio a disco na dianteira e o ronco único fazem desta Honda a minha moto predileta. Em tempo: o apelido sete galo deve-se ao número 750. No jogo do bicho o número 50 é o número do galo. Logo 7+50= sete galo. Quanta lógica,não?


O interior impecável: mais britânico impossível!


Da Jaguar, o único exemplar da marca britânica é este  XJ6 1971. O carro, quase obviamete verde, é um inglês autêntico: tem o volante à direita do habitáculo, como manda a boa tradição da Inglaterra.



Num evento como esse não poderia faltar uma Lambretta. Esta simpática motoneta foi o sonho de muitos jovens nos anos 50 e 60. A da foto, muito bem conservada, é de 1963.

A Lambretta não é um exemplo de desempenho, a exemplo da vigorosa CB 750. Mas quem quer andar rápido com uma moto tão simpática como esta? É uma bela moto quebra-pescoço, e chama bastante atenção. E palavra que esta Lambretta arranca sorrisos até mesmo dos visitantes mais sérios.



Em uma palavra: deslumbrante!
A Mercedes-Benz estava muito bem representada no evento. A vedete era esta 190 SL 1958 tremendamente nova. Linda, aerodinâmica e muito bem conservada. Parece que ela saiu da fábrica ontem... Devo ter ficado uns 10 minutos parado observando esta SL, tamanha a quantidade de detalhes que esta Mercedes tem... Um magneto prateado-metálico que atraía todos que entravam no interior do Centro Multiuso.

Muitas outras Mercedes estavam expostas no evento. Dentre várias, esta chamou a atenção: não é movida a gasolina, álcool, GNV e não é elétrica: esta Mercedes 1966 é uma 200D: conta com um motor a diesel. Pude vê-la rodando pelo evento, e seu ruido é bem interessante. Além de ser movida pelo óleo diesel, ela chama a atenção pela originalidade e elegância. Como todas as Mercedes-Benz...


Pra fechar a série de Mercedes, uma 450 SLC. Linda, extremamente bem cuidada. E com placa preta, um atestado de sua originalidade.


Da Mercury, este conversível maravilhoso de 1946. Impecável, carro rico em bons detalhes. Já não se faz mais carro como antigamente...


Enquanto observava o Mini, ouvi muito o comentário: "Olha o carro do Mr. Bean!".
Um clássico Mini, construido em 1979, chamava muito a atenção. Trata-se de um carrinho de dimensões liliputianas, ainda mais quando está estacionado ao lado de um Mustang 1968. Carro muito agradável de se ver por aí; acredito que seja um dos poucos (senão o único) Mini daqui destas bandas. Os faróis de milha instalados na grade dianteira fazem lembrar os inúmeros rallyes que este modelo já ganhou ao longo dos anos. Um carro prático, embora seu projeto já tenha mais de 50 anos. Pra quem acha que carro compacto é novidade trazida pelo Smart, taí o simpático Mini fazendo história!


Este Miura Sport 1980 é um clássico nacional. Incrivelmente baixo, seu design chama muito a atenção. Aliás, tudo neste Miura chama a atenção: volante eletricamente regulável, faróis escamoteáveis, interior esportivo, painel completíssimo. E toda a leveza que a carroçaria feita com polímero reforçado com fibra de vidro (em bom português: carroceria em fibra de vidro) faz com que este Miura ande bem, mesmo com uma mecânica VW a ar.

Segundo o proprietário, o simpático Sr. Paulo, o motor tem alguma preparação. E pode não ser um extremo velocista, mas andar com este Miura é excelente! A convite do proprietário, meu amigo entrou para conhecer o carro. Apesar dos seus 1,90m, o amigo dublê de piloto sentiu-se muito bem no Miura. Apesar dos 30 anos, o Miura continua um baita carro, com um desenho bastante ousado e interessante. Um clássico nacional!


Outro esportivo nacional, que estava presente no evento, era este Santa Matilde. Carro bastante difícil de se achar em bom estado, chamou a atenção no evento. Por não ser tão bom conhecedor dos SM, fico devendo o ano de fabricação deste esportivo com mecânica GM. Outro exemplar bastante interessante dos automóveis nacionais produzidos em pequena série (não gosto do termo fora-de-série, pois estes carros, embora produzidos em escala menor, eram feitos em série...).

Aguarde a próxima postagem, a última da série. Ainda tem muito carro bom pra aparecer por aqui!